domingo, 11 de agosto de 2019

Profissionais Digitais

Estes são os profissionais digitais mais disputados pelo mercado

Levantamento inédito mostra a demanda por habilidades e profissionais para a transformação digital nas empresas brasileiras

Por Luísa Granato


São Paulo – O mundo dos negócios está mudando e 88% das acreditam que precisam de profissionais digitais se quiserem se manter competitivas, segundo a pesquisa inédita Paradigma Digital, uma parceria entre o Talenses Group e a Digital House.
Mas o que é esse profissional digital? Para quem ficou preocupado, os presidentes das empresas responsáveis pela pesquisa contam que o perfil não está relacionado a uma graduação, curso, área ou especialidade específica, muito menos a um perfil jovem.
E isso torna mais difícil para que executivos e gestores definam por onde começará a transformação digital da empresa. O define um profissional digital, o que todos desejam contratar, é sua mentalidade ágil e flexível.

“Ao contrário do que muitos pensam, a mentalidade digital não é conhecer tecnologia, mas entender a cultura e modo diferente de trabalho que vieram com ela. Você pode ser nativo da economia digital ou ter aprendido depois, mas é preciso ser ágil, ter uma entrega veloz e não ter medo de errar”, comenta Carlos Alberto Julio, presidente da Digital House.
A palavra de ordem é ruptura. Para Luiz Valente, presidente do Talenses Group, esse tipo de profissional trabalha olhando para a inovação e questiona a forma como o processo está estruturado.
“Estamos em momento acelerado de transformação, todos os segmentos estão sendo impactados e temos uma carência de dados sobre a realidade que o mercado enfrenta na busca de profissionais e qualificações”, comenta Valente.
Em meio a preocupações com o futuro do trabalho, a pesquisa mostra um recorte do momento de transformação digital e procura por profissionais especializados por qual o Brasil e as empresas estão passando.
A pesquisa foi feita com 102 empresas no segundo trimestre de 2019. A maioria das participantes tem grande porte, com mais de 500 funcionários, e com sede no sudeste do Brasil.
O perfil para o profissional digital traçado pelas empresas mostra que elas procuram contratar pessoas com as seguintes características:
– Inovador (13%)
– Aprendizado contínuo (11%)
– Adapta-se com facilidade (10%)
– Colaborativo/Pensamento lógico/Analítico/Criativo (9%)
– Inteligência Emocional (7%)
Segundo o relatório, dentro das empresas, a área de Tecnologia da Informação representa 67% da demanda por contratações. No entanto, a área de finanças ficou em segundo lugar, com 64% da demanda. Depois aparecem as áreas de Logística, Jurídico e Engenharia com demandas por habilidades digitais.
Dois pontos preocupantes do cenário atual destacados pela pesquisa estão relacionados com a adaptação da mão de obra para o novo modelo de trabalho. De acordo com o levantamento, quanto mais alto o cargo e maior a experiência exigido, mais difícil fica contratar.
Da mesma forma, a maioria das empresas não oferece treinamentos ou bolsas de estudo para que seus funcionários mais antigos possam se atualizar.
“É muito preocupante o baixo nível de investimento no treinamento de profissionais. A transformação digital é feita em velocidade crescente e exponencial, a demanda por profissionais capacitados é crescente e rápida. E não me parece que os setores estão se preparando para isso”, fala Valente.
O presidente da Digital House explica que as grandes empresas de tecnologia, como Google, Facebook, Decolar e iFood, responsáveis por movimentos disruptivos na economia, criaram suas formas próprias de atrair talentos e formá-los dentro da empresa.
“A escassez de mão de obra capacitada que temos agora acontece quando empresas tradicionais, como bancos, laboratórios farmacêuticos ou empresas de varejo começam a gerar a demanda pelos funcionários digitais e tirá-los dessas empresas que já tinham seu ecossistema digital”, diz Julio.

Mercado de trabalho do futuro?



Detetive de dados, gerente de negociações éticas, diretor de diversidade genética, curador de memória pessoal, diretor de transparência. Essas são algumas das chamadas “profissões do futuro” que têm sido apontadas por especialistas para os próximos cinco ou dez anos apenas.

Em setores específicos, como tecnologia da informação, cerca de metade dos 70 000 empregos que serão criados por ano até 2024 poderá não ser preenchida, conforme reportagem recente publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

A explicação? A transformação digital nos negócios e o surgimento incessante de novas startups. Isso, vale lembrar, está acontecendo agora em um país que possui cerca de 13,4 milhões de desempregados.

Aí fica a pergunta: quais universidades estão preparando esses profissionais? E quantas organizações encaixam essas novas profissões em sua estratégia de médio/longo prazo pensando nas competências que precisarão desenvolver?r ano que podem não ser preenchidos

terça-feira, 25 de junho de 2019

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sábado, 22 de junho de 2019

Qual a diferença entre backup local e na nuvem? Veja como fazer no WhatsApp...


Nicole D'Almeida

Se você é uma pessoa apegada às suas conversas do WhatsApp, não quer perder uma sequer ou tem uma conversa com aquele contato especial, que não quer perder, provavelmente não vive sem o backup dos dados. Certo?
Se você é apegado, mas não sabe do que estou falando: corra para habilitar o backup automático.
Mas antes, vale saber que existem dois tipos: o local e o na nuvem (Google Drive, OneDrive e iCloud). Mas você sabe para que serve cada uma delas?
O backup local é feito automaticamente todos os dias às 2 da manhã e é salvo como arquivo no seu aparelho, ou seja, na memória interna do dispositivo. Ele é útil para quem desinstalou o aplicativo e vai instalá-lo novamente. A plataforma vai buscar o último backup salvo na memória do aparelho e restaurar as mensagens.
Já o backup na nuvem é feito manualmente acionando o botão "Fazer backup" ou pode ser programado para ser feito automaticamente. Entretanto, é preciso ter uma conta – Google, Microsoft ou Apple, dependendo do seu sistema operacional – para que o WhatsApp possa realizar o backup. Ele é útil para quem irá trocar de celular.
Confira abaixo como realizar o backup na nuvem no sistema:
Google Drive (Android)
  1.  Abra o WhatsApp.
  2.  Toque nos três pontinhos no canto superior direito.
  3.  Entre em "Configurações". 
  4. Entre em "Conversas". 
  5. Toque em "Backup de conversas"
  6. Na seção "Configurações do Google Drive", toque em "Fazer backup no Google Drive".
  7.  Escolha quando deseja que os backups sejam realizados.
  8.  Em "Conta do Google", adicione a conta desejada.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Nova pulseira da Xiaomi

Mi Band 4 é lançada! Nova pulseira da Xiaomi


DivulgaçãoPromessa é dívida, certo? E a Xiaomi, que disse que traria novidades em sua nova pulseira, não decepcionou. Como muita gente já suspeitava, a Mi Band 4, lançada hoje na China, tem a tão esperada tela colorida (e 40% maior em relação ao modelo anterior). A Mi Band 4 chega ao mercado no dia 14 de junho em três versões - uma delas, com NFC, tecnologia que permite ao usuário atrelar números de cartões em dispositivos e pagar sem o uso de máquina. Além das cores e seus vários temas de discagem, outra novidade da pulseira é um acelerômetro de seis eixos de alta precisão, que exibe os dados dos usuários em atividades como caminhada, corrida, ciclismo e, pasmem, natação. 
Para quem adquirir o modelo com NFC, a Mi Band 4 poderá ser utilizada para efetuar pagamentos por meio do AliPay e do WeChat Pay, plataformas de pagamento bastante usadas na China. A Xiaomi diz que a bateria do produto dura 20 dias para unidades sem o NFC e 15 dias para a pulseira que contém a tecnologia. Os monitores de frequência cardíaca e qualidade do sono foram mantidos no smartwatch, que terá Bluetooth 5.0 e assistente de voz personalizado. 

E os preços? 

Não sabemos quanto custará no Brasil. Mas, ao menos no mercado local, não será necessário desembolsar tanto assim para ter uma Mi Band 4: na China, Não sabemos quanto custará no Brasil. Mas, ao menos no mercado local, não será necessário desembolsar tanto assim para ter uma Mi Band 4: na China, a versão padrão sairá por 169 yuans (cerca de R$ 95 na conversão direta sem impostos). A versão com NFC, a princípio, custará 229 yuans (cerca de R$ 129). Já o modelo Avengers (especial e limitado) virá com o preço de 349 yuans (cerca de R$ 195).

Fonte: https://noticias.uol.com.br

Smartphones dobráveis e TVs 8k

CES 2019: As principais novidades da maior feira de tecnologia doEntre as novidades mais faladas estão duas que há algum tempo estão em desenvolvimento: Os smartphones com telas dobráveis e os aparelhos de televisão com tecnologia 8k. A Sony, a Samsung e a LG também podem inserir a tecnologia dos smartphones dobráveis nos laptops, que passariam a ter telas OLED que se estenderiam até a área dos teclados.

Primeiro celular com tela dobrável do mundo será produzido pelaSobre as TVs com tecnologia 8k, a estimativa é que as vendas atinjam 1,5 milhão até 2022, sendo 200 mil somente em 2019. O principal desafio, segundo a CTA, é gerar uma boa quantidade de conteúdo com resolução 8k para os clientes que adotarem a tecnologia de ponta em suas casas.

Fonte: https://www.huffpostbrasil.com

Samsung - o ano de 2019 promete algumas coisas mais ousadas!

O ano da Samsung foi bastante tranquilo em relação aos seus produtos, apesar de haver alguma agitação nos bastidores. Os lançamentos de 2018 foram apenas evoluções dos produtos de 2017, apesar de serem bons aparelhos, com boa aceitação do público. Tanto o Galaxy S9 quanto o Note 9 se mostraram excelentes aparelhos capazes de fazer frente à Apple no mercado dos tops de linha.

Se 2018 foi um ano de melhorias leves, o ano de 2019 promete algumas coisas mais ousadas. O S10 deve ser o primeiro aparelho da família S a adotar um “notch”, o corte na tela, mas com uma característica diferente dos iPhones: em vez da “franja”, o dispositivo deve ter apenas um furo na tela para abrigar a câmera frontal. É uma tendência que já foi observada no Galaxy A8s e que tem sido aplicada em outros dispositivos Android que têm sido lançados nas últimas semanas.
A grande novidade de 2019, no entanto, deve ser o primeiro celular dobrável da empresa, que finalmente teve um protótipo demonstrado em 2018 e está prestes a virar um produto real. A missão da Samsung será convencer o público de que essa ideia faz algum sentido e demonstrar os benefícios da tecnologia; até o momento, isso não ficou muito claro.

Fonte: https://olhardigital.com.br