sexta-feira, 5 de junho de 2015

terça-feira, 2 de junho de 2015

Adeus, íon-lítio: baterias de "alumínio-ar" podem ser recarregadas com água

 Há quem diga que manipular ambientes virtuais em espaços físicos será realidade daqui a poucos meses (saiba mais sobre o HoloLens). Fato é que debates acerca da duração de baterias ainda são constantemente travados. Promessas sobre o próximo componente que responsável por alimentar gadgets são também marca registrada do mundo da tecnologia.
E outro anúncio promissor que pretende aposentar os populares componentes de íon-lítio foi feito. Encabelado pela Fuji Pigment, o projeto apresenta uma proposta tentadora: baterias de ar-alumínio “recarregáveis”. A ideia não é nova, é verdade. O destaque da novidade, contudo, fica para a natureza do produto: baterias recicláveis que podem ser recarregadas com água.

Como a bateria funciona

Um dos principais problemas apresentados por baterias “metal-ar” é a rápida degradação de seu ânodo – alguns modelos de alumínio-ar, inclusive, chegam a liberar gás hidrogênio. O projeto da Fuji Pigment pretende otimizar a tecnologia por meio dos estudos do físico Ryohei Mori, que propõe melhorias na performance e extensão da vida útil dos componentes.
Explicamos. Grosso modo, as baterias de alumínio-ar podem ser entendidas como células primárias que precisam, assim, ser recarregadas de formas não tradicionais. O ânodo do alumínio produz alumínio hidratado como produto a partir de seu contato com o oxigênio – este material pode ser reciclado e usado para a criação de um novo ânodo, o que justifica a “natureza recarregável” da bateria.
Ainda de acordo com os cientistas japoneses, bastaria encher a estrutura do periódico com “água comum” para que a recarga fosse feita (não está claro se a água doce, por exemplo, seria mais eficiente do que a salgada). A bateria, que poder trabalhar à temperatura ambiente, é também mais segura, pois não é inflamável.
Protótipos desenvolvidos pelos pesquisadores chegaram a 0,7-0,8 V de tensão, 400-800 mAh de intensidade de corrente por célula (10 x 10 cm) – a duração da bateria pode chegar a 14 dias. É verdade: o ânodo de alumínio teria de ser periodicamente trocado; não se sabe, porém, com que frequência a substituição seria feita. O alumínio é um metal barato e a estrutura do componente é relativamente simples – baterias de alumínio-ar são usadas por equipamento militares já há algum tempo, vale dizer.
Espera-se que mais detalhes quanto à tecnologia sejam divulgados dentro dos próximos meses. Especula-se que o produto chegue ao mercado em até três anos.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Novidades

SONY

        Alguns dos produtos da Sony que terão destaque no evento são as recém lançadas câmeras de rede fixa e minidomos da 6ª geração Sony, séries VB e VM600. Com a nova tecnologia de processamento de imagens IPELA ENGINE EX permitem maior capacidade de captação de detalhes, melhor nitidez das imagens mesmo em situações de difícil visualização e agora com o novo analítico embarcado de reconhecimento de face. Outro destaque é a câmera móvel Rapid Dome modelo SNC-ER585H com uma das melhores combinações de resolução e capacidade óptica do mercado – FullHD e zoom óptico de 30x. Além da linha completa de câmeras de rede, a Sony também apresenta outros produtos para vídeo monitoramento como gravadores, encodes, câmeras analógicas e soluções de câmeras híbridas. 

Novidades

PANASONIC

Líder mundial em desenvolvimento e produção de equipamentos eletrônicos, a Panasonic apresenta lançamentos em câmeras IP, analógicas, fixas e móveis, gravadores, sistemas de controle, além de toda sua expertise em sistemas CFTV (Circuito Fechado de Televisão) na 8ª edição da ISC Brasil 2013 (Feira e Conferência Internacional de Segurança). Uma das novidades é a câmera de rede BL-VP104, que garante o monitoramento em tempo real e gravação simultânea em alta resolução. A câmera utiliza o processador "UniPhier”, que melhora o desempenho de processamento e proporciona alta qualidade de imagem e áudio.

História da Panasonic Brasil

Perfil da empresa

A Panasonic Corporation é líder mundial nas áreas de desenvolvimento e fabricação de produtos eletrônicos, atendendo a uma ampla faixa de consumidores, empresas e indústrias. Com sede em Osaka, no Japão, a empresa registrou vendas líquidas consolidadas no valor de US$ 77,19 bilhões, no ano fiscal que terminou em 31 de março de 2007. As ações da empresa são negociadas nas bolsas de valores de Tóquio, Osaka, Nagoya, Nova York (NYSE:MC).

A Panasonic do Brasil

A Panasonic do Brasil é uma subsidiária do grupo japonês Panasonic Corporation. A empresa iniciou suas atividades no Brasil em 1967, com a importação e comercialização de pilhas.
Atualmente, mais de 2000 funcionários atuam nas fábricas de São José dos Campos, Manaus e Extrema, além do escritório administrativo e comercial está situado em São Paulo.
A empresa comercializa uma variada linha de produtos no segmento de Pilhas, Baterias Especiais e Eletroeletrônicos de avançada tecnologia como Componentes Industriais, Telefonia, PABX, Circuito Fechado de TV, Automatização Industrial, Broadcasting (filmadoras profissionais), produtos digitais da linha de Consumo e System, entre outros produzidos pelo grupo no exterior.

São José dos Campos – unidade fabril

A fábrica de São José dos campos produz pilhas de Zinco Manganês, Alcalinas, Lanternas e Componentes Mecânicos para a linha Áudio e Vídeo, além de componentes para a linha de Microondas. Está localizada em uma área de 250 mil metros quadrados onde foram lançados produtos importantes para os consumidores brasileiros como Rádio-Gravador, primeiro produto da linha Áudio e Rádio-Gravador com Toca Discos. Em meados de 1974 iniciaram as atividades da National do Brasil Comercial Ltda. que possibilitaram a distribuição dos produtos fabricados pela empresa e dos itens importados.
A unidade possibilitou a efetivação de fatores importantes para o mercado brasileiro como o início da exportação de Pilhas para a Bolívia e de TVs para a Argentina, Paraguai, Uruguai e Panamá em 1980. Além disso, em 1984 foi inaugurada a fábrica de Condicionadores de Ar e em 1987 a divisão de Eletrodomésticos.
Entre os anos de 1994 e 2000, outras ações relevantes foram consagradas como o início de exportação de Pilhas para Colômbia, o crescimento acelerado da empresa e a produção de Pilhas, importadas dos Estados Unidos.

Manaus – unidade fabril

Localizada no pólo industrial da Zona Franca em uma área de mais de 1.942 metros quadrados sendo 37.541 de espaço construído dividido entre a unidade industrial e a Granja Natinger, a unidade de Manaus foi fundada em 1981, com a associação com o Grupo Springer para a produção de Televisores e Aparelhos de Áudio de marca National. Sua história foi marcada por fatos importantes que a tornaram uma das mais conceituadas empresas de seu segmento no país.
Entre os anos de 1982 e 2002, a unidade teve um amplo desenvolvimento com o início da fabricação de Gravadores e Rádio Relógios, atividades da Divisão de Engenharia de fabricação para a produção de Ferramentais, Peças e Moldes e a inauguração da fábrica de Fornos Microondas.
Atualmente, o centro fabril conta com mil colaboradores e produz uma diversificada linha de equipamentos.

Extrema – unidade fabril

A Panasonic inaugurou, no dia 12 de setembro, em Extrema, Minas Gerais, sua primeira fábrica de linha branca no Brasil.
Com uma área de 179 mil mestros quadrados, sendo 47 mil de construção, a unidade que está sendo chamada de Fábrica Verde, conta com um sistema de produção ecologicamente sustentável. A Fábrica recicla 100% da água utilizada na produção, efetua reciclagem de materiais, gestão de substâncias químicas e redução considerável da emissão de CO².

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Tecnologia

“Spray” repelente de líquidos já está à venda nos EUA

Produto pode utilizar-se em vários objetos, incluindo telemóveis

2013-07-04
Sapatilhas protegidas por "spray" hidrófobo

A Ross Nano technology, empresa especializada no fabrico de produtos siderúrgicos, está a lançar um revestimento hidrófobo em forma de spray. O seu “Never Wet”, apresentado ainda em 2011, vai entrar agora no mercado norte-americano.

O produto está preparado para proteger as estruturas de aço da umidade e da oxidação. No entanto, pode servir para numerosos tipos de superfícies.

Quando um líquido se deposita sobre um sólido hidrófilo, as gotas estendem-se completamente num ângulo de contacto muito próximo dos zero graus. Quanto menos hidrófilo o material for, maior é o ângulo e quando este ultrapassa os 90 graus, a superfície é hidrófoba, ou seja, repele os líquidos.

No caso deste “Never Wet”, os ângulos alcançam valores superiores a 150 graus, evitando que a superfície se molhe.
O spray pode utilizar-se em várias superfícies, não sendo aconselhável o seu uso em vidros ou outras superfícies transparentes pois quando o seca deixa um aspecto de “congelamento”.

No vídeo de demonstração do produto que a empresa preparou (em baixo) podem ver-se algumas das várias aplicações possíveis.

Tecnologia

Criadas lentes de contacto com “zoom”

O design, muito fino, permite a utilização diária com conforto





Um grupo de investigadores concebeu lentes de contacto telescópicas com um zoom de 2,8x e um design que permite a sua utilização no dia-a-dia. Quem usar estas lentes pode optar por combinar a visão tradicional e a aumentada.

Criadas pelos engenheiros Joseph Ford, da Escola de Engenharia Jacobs (Universidade da Califórnia em San Diego) e Eric Tremblay, da Escola Politécnica Federal de Lausanne, as lentes têm um complexo sistema de espelhos de alumínio que permitem a ampliação sem perda de qualidade de imagem.

As lentes são compostas por duas regiões diferenciadas, uma zona central que permite a passagem de luz de forma natural, e os bordos que actuam como telescópios oferecendo uma ampliação de imagem equivalente a uma objectiva de 100 mm de uma câmara digital DSLR.
A principal novidade desta investigação foi ter-se conseguido conceber lentes com um design muito fino – 1,17mm de grossura – o que permite utilizar as lentes com conforto.
Tentativas anteriores de criar este tipo de lentes não foram tão bem sucedidas. O mínimo de grossura conseguido tinha sido de 4,4 mm, o que tornava impossível a utilização quotidiana das lentes, tendo estas de ser implantadas no olho através de cirurgia.

Artigo: Switchable telescopic contact lens

Tecnologia

“Espelho mágico” permite ver como as peças de roupa
de uma loja ficam na pessoa

Centro de Computação Gráfica da UMinho
desenvolve cabine de prova inteligente

2014-12-09

O Centro de Computação Gráfica, sediado na Universidade do Minho, criou um sistema de prova virtual de roupa, que permite ao utilizador ver-se no “espelho” com diferentes peças da loja, entre outras vantagens. O projecto, intitulado “Smart fitting room”, foi apresentado ao meio empresarial no CITEVE, em Famalicão, no âmbito do novo espaço “Loja do Futuro”.

Assente nas últimas tecnologias de visão por computador, computação gráfica e interacção homem-máquina, qualquer pessoa pode interagir com este “espelho mágico”, recorrendo apenas a gestos com os braços.


A prova virtual de roupa é uma das bandeiras desta cabine de prova, permitindo ao utilizador ver-se ao “espelho” com diversas peças da loja e contempla, entre outras funcionalidades, um assistente virtual, a navegação pelo catálogo, a ligação às redes sociais e a integração com o software de gestão da empresa.

“O objectivo é, através de conceitos e tecnologias inovadoras, transportar para o ambiente de loja o contexto pessoal, de forma interactiva e intuitiva, tornando o ato de compra numa experiência diferenciadora”, refere Nelson Alves, do Centro de Computação Gráfica (CCG).

O projecto “Loja do Futuro” disponibiliza de forma integrada os conceitos, experiências e tecnologias que enriquecem a experiência de compra, sem perder de vista o impacto económico. Tem como promotor o CITEVE e, além do CCG, que desenvolveu a cabine de prova interativa, contou com a Ubisign e Creative Systems para o sistema de “client empowerment”, com a Tetribérica e Creative Systems para a logística loja-armazém via RFID, com a Creative Systems para o “smart event in-store” via RFID, com o INESC na gestão inteligente do ponto de venda e ainda com o próprio CITEVE para o desenvolvimento da “body scanning technology”. O projecto faz parte do programa de ação do Pólo de Competitividade da Moda – PT21 Power Textile Século XXI e tem financiamento do COMPETE, QREN e União Europeia.